Você sabia que a vacina contra o HPV agora também pode ajudar a prevenir cânceres da orofaringe, cabeça e pescoço? A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) traz uma mudança importante para a saúde pública em 2026.
Confira a seguir o que muda e quem pode se vacinar.
O que muda com a nova autorização
Antes da ampliação, a vacina já era indicada para prevenir câncer do colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus, além de lesões pré-cancerosas e verrugas genitais.
Agora, a proteção também inclui tumores que afetam a orofaringe, como base da língua e amígdalas, além de outros cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV.
Na prática, isso significa que o imunizante passa a ter um papel ainda mais amplo na prevenção oncológica, ajudando a reduzir casos que costumam ser diagnosticados em fases mais avançadas.
Por que a vacina ajuda a prevenir esses cânceres
A ampliação foi baseada em estudos que demonstram que a vacina é eficaz na prevenção da infecção persistente pelos tipos de HPV considerados de alto risco.
Esses subtipos são os principais responsáveis por alterações celulares que, ao longo dos anos, podem evoluir para câncer.
Segundo a Anvisa, as pesquisas indicaram uma resposta imunológica consistente após a vacinação, o que reforça a capacidade do organismo de combater esses vírus antes que provoquem danos mais graves.
Quem pode se vacinar em 2026
A nova indicação contempla crianças, homens e mulheres com idade entre 9 e 45 anos. A recomendação principal continua sendo a vacinação antes do início da vida sexual, pois o vírus é transmitido principalmente por contato íntimo.
Mesmo assim, pessoas mais velhas também podem se beneficiar da imunização, especialmente aquelas que ainda não tiveram contato com os tipos de HPV cobertos pela vacina.
Importância da vacinação precoce
A vacinação na infância e na adolescência aumenta a eficácia da proteção, pois ocorre antes da exposição ao vírus. Isso contribui para reduzir, no futuro, a incidência de cânceres relacionados ao HPV.
Como buscar informações e tomar a vacina
Quem deseja se vacinar deve procurar unidades de saúde, clínicas particulares ou postos de vacinação, conforme disponibilidade. Também é importante acompanhar as orientações do Ministério da Saúde e das secretarias locais sobre esquemas, doses e públicos prioritários.
Em caso de dúvidas, profissionais de saúde podem orientar sobre a melhor forma de iniciar ou completar a imunização.
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