Os avanços tecnológicos têm facilitado nossas vidas, mas também abriram caminho para novas ameaças cibernéticas. No mundo financeiro, os golpistas estão sempre um passo à frente, explorando vulnerabilidades e encontrando maneiras engenhosas de enganar suas vítimas. Confira neste texto, os períodos mais críticos para fraudes bancárias, as táticas utilizadas pelos criminosos e dicas valiosas para proteger seu dinheiro e informações pessoais.
De acordo com o relatório “Fraud Report idwall Financeiro” de 2024, os estelionatários têm uma clara preferência por determinados horários e dias da semana para executar seus esquemas fraudulentos. Dados revelam que a segunda-feira de madrugada e a terça-feira à noite são os momentos mais visados por essas atividades ilegais.
Várias razões podem explicar essa tendência. Durante a madrugada, as pessoas tendem a estar mais vulneráveis e distraídas, tornando-as alvos fáceis para golpes baseados em engenharia social. Além disso, os horários de pico de atividade bancária são evitados, pois há maior monitoramento e vigilância nesses momentos.
Os golpes financeiros representam uma ameaça significativa, sendo 2,4 vezes mais frequentes do que outros tipos de fraudes, conforme apontado pela idwall. Dados alarmantes da Serasa revelam que quatro em cada dez brasileiros foram vítimas de golpes financeiros este ano, com uma perda média de R$ 2.288 por pessoa afetada.
Embora os métodos utilizados pelos criminosos estejam em constante evolução, algumas modalidades de fraude se destacam:
O documento da idwall também trata das fraudes em documentos, uma questão grave que impacta as instituições financeiras. Segundo o estudo, a foto e os furos na carteira de identidade foram os elementos mais adulterados, sendo responsáveis por 90% das fraudes cometidas em documentos de identificação.
Embora a taxa geral de fraudes tenha diminuído 40% entre 2024 e 2023, as fraudes de alta e média complexidade aumentaram 19% e 16%, respectivamente. Isso sugere que os delinquentes estão se tornando mais habilidosos em suas táticas, necessitando de medidas de proteção mais eficazes
Os golpistas estão explorando a “ponta mais frágil do sistema”: a pessoa física. Ao invés de atacar diretamente os sistemas bancários, eles estão recorrendo a técnicas de engenharia social, como ligações de falsas centrais telefônicas, mensagens enganosas por e-mail, redes sociais ou WhatsApp, e sites fraudulentos.
Esses esquemas visam explorar a vulnerabilidade humana, induzindo as vítimas a fornecer informações sensíveis ou realizar transferências indesejadas. Os criminosos se aproveitam da urgência, da curiosidade e da confiança das pessoas para obter acesso a dados valiosos.
No país, 80% das transações financeiras são realizadas através de apps de banco em dispositivos móveis, internet banking ou apps de mensagens, conforme a Febraban. Esse cenário torna os dispositivos móveis um alvo atraente para os golpistas, que buscam explorar vulnerabilidades nesses canais.
Para combater essas ameaças, especialistas recomendam a adoção de medidas de segurança em camadas, que combinam diversas tecnologias de proteção, como biometria, verificação de documentos e checagem de outros dados. Essa abordagem multilateral pode ajudar a mitigar os riscos associados às transações móveis.
Embora os bancos estejam investindo bilhões em cibersegurança, é fundamental que os indivíduos também adotem práticas de proteção. Aqui estão algumas dicas valiosas para aumentar sua segurança:
Embora os golpistas estejam constantemente inovando, algumas práticas fraudulentas se destacam por sua popularidade. Fique atento a essas modalidades:
Essa fraude desencaminha os fundos do Pix através do dispositivo móvel no momento em que o usuário tenta efetuar uma transação financeira. Um vírus conhecido como “mão fantasma” é utilizado para permitir que os criminosos acessem o dispositivo da vítima e realizem transferências indesejadas.
Nessa modalidade, os estelionatários invadem contas em redes sociais e usam inteligência artificial (IA) para clonar traços e voz da vítima, publicando vídeos falsos com o objetivo de aplicar novos golpes. O deepfake, uma forma de tecnologia em ascensão, está se tornando mais disponível.
O golpe mais frequente no Brasil consiste em páginas e mensagens fraudulentas que levam a pessoa a realizar transferências para indivíduos mal-intencionados. Essa prática é conhecida como phishing, e os criminosos usam assuntos do momento como isca, como programas governamentais ou oportunidades de emprego.
À medida que os golpistas se tornam mais sofisticados, é crucial adotar uma abordagem proativa e contínua para a segurança financeira. Mantenha-se atualizado sobre as últimas tendências de fraude, revise regularmente suas práticas de segurança e nunca hesite em relatar atividades suspeitas às autoridades competentes.
Lembre-se: a prevenção é a chave para evitar se tornar uma vítima dos golpistas. Ao estar ciente dos horários e dias críticos, entender as táticas utilizadas e seguir as dicas de segurança fornecidas, você pode proteger seu dinheiro e informações pessoais, garantindo uma experiência bancária segura e tranquila.
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